"Habita manguezais e lamaçais do litoral, os quais explora nos momentos de maré baixa, além de alagados, rios e lagos, sendo mais comum em áreas costeiras. Vista frequentemente nas praias. No Brasil E. caerulea é mais freqüente nos manguezais, ambientes que representavam os únicos locais conhecidos de reprodução dessa espécie no país. [...]
Seu nome científico significa: do (francês) aigrette = garça; e do (latim) caeruleus = azul, azul escuro, azulado. ⇒ garça azul." (Wikiaves, 2020)
Agora vou esconder todas as camadas que não vou usar no momento:
Começo trabalhando pelo macho só por estar na frente mesmo. Essas duas espécies são bastante parecidas e não vai precisar de tantas mudanças como pode ser visto nos modelos e na pintura-base:
Pequenos detalhes
Seria assim?
Aparentemente temos o macho:
Agora vou duplicá-lo para fazer a fêmea
Diminuir um pouquinho por estar mais ao fundo da imagem
Voltar o galho e girar o animal para posicionar direitinho pousada nele
Agora que está bem posicionada, vou trabalhar apenas nela e esconder as demais camadas
Colocando as referências
Agora basicamente devo mudar o corpo e colocar um amarelado em algumas partes
Amarelando
Os detalhes do corpo em verde: primeiro marcando a parte para ser feita
E finalizando
Agora junto todos novamente (tronco + macho + fêmea), arrumar uns detalhes e assinar:
"É comum em bordas de florestas, capoeiras arbóreas, campos com árvores esparsas, florestas secas e de galeria. Vive normalmente aos pares ou em pequenos grupos, procurando insetos ativamente na folhagem ou alimentando-se de frutos em árvores e arbustos. Vive à beira da mata em várias altitudes, copas de mata alta. Costuma aparecer em pequenos bandos mistos com Cyanerpes e Tangara.[...]
Seu nome científico significa: do (grego) daknis = tipo de ave do Egito, mencionado por Hesíquio e pelo gramático Pompeu Festo; do (latim) cayana, cayanensis, cayanus = referente a Caiena na Guiana Francêsa. ⇒ Ave de Caiena." (Wikiaves, 2020)
"Provavelmente extinta na natureza [...] Desde o início da década de 1990 há um projeto para a localização de outros indivíduos e a recuperação da espécie pela reintrodução na natureza daqueles que atualmente são mantidos em cativeiro. [...]
Seu nome científico significa: do (grego) kuanos = azul escuro, azul intenso; e do (latim) psitta = papagaio; e de spixii, homenagem ao naturalista alemão e coletor de espécies no Brasil - (1817-1826), Johann Baptist Ritter von Spix - (1781-1826). ⇒ Papagaio azul escuro de Spix." (Wikiaves, 2021)
Seguindo como o novo costume, peguei uma base de um desenho já feito antes para apenas adaptar e fazer a espécie nova. A base dessa vez foi do Megaceryle torquata.
Ok então. Selecionei apenas a fêmea para ter minha primeira base e apaguei todo o resto. Coloquei minha referência ao lado e comecei:
Pretendia modificar formato e cores para transformar em um Chloroceryle amazona macho.
Mesmo conhecendo as duas espécies e sabendo que sua postura era bem diferente eu acreditei que a adaptação daria certo....
Eu já podia ver o bichinho nascendo e pronto apenas para ser achatado e remodelado:
Mudando a cor dos pézinhos (pé de ave pequena é a coisa mais linda do mundo!).
Vendo agora faltava apenas "pentear o cabelo":
Começam então os testes de penteado:
Agora achatei o corpo dele (direita) em relação ao original (esquerda) para ficar mais próximo do formato real dessa espécie e...
DEU ERRADO!
A explicação é simples:
Agradecendo novamente o Julio por ter visto comigo como a coisa deu mesmo errado e perguntando pro Victor se ele quer esse desenho para uma ilustração de fantasia (pois não encaixa com a realidade, mas pelo menos eu não o descartaria totalmente assim).
Agora é começar novamente do zero!
Peguei algumas imagens como base para o animal pousado e fiz um daqueles meus medonhos rascunhos que faço de tudo para não mostrar (esse vai só por ter contexto):
Tudo outra vez... Vou simplificar:
Tentei fazer um galho com styles e não prestou. Cigarrinho velho ou pedaço de canela?
Agora eu faço uma cópia dele para trabalhar até virar uma fêmea... E depois eu arrumo o cigarrinho
Adeus cigarrinho!
Agora vou começar a modificar o animal do fundo para virar uma fêmea
Colocando a referência
Após dezenas de referências fotográficas, fico na certeza que a fêmea tem apenas o peito diferente.
Estudante de Medicina Veterinária, conquiliologista, criadora/soltadora de borboletas, ex Programadora de sistemas, ex estudante de Biologia, Bipolar e Autista (não tenho orgulho dos últimos mas me vejo obrigada a citar).
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As fichas de aves são liberadas para fazerem publicações em sites e outros materiais online desde que não as alterem em nada. Fico muito feliz se me avisar também onde estão para que eu possa ver ^^
Como citar o blog:
SPHYNX, Juliana. nome do texto em negrito. Disponível em: http://www.julianasphynx.blogspot.com. Acesso em dia/mês/ano