25 de jun. de 2010

A importância do ensino da História em sala de aula

Esta pesquisa contará com a entrevista do ilustre professor na área (Vilson Francisco de Farias) dando ênfase na importância do ensino da História nas escolas. Podendo-se dizer que a História é trabalhada e não somente ensinada em sala de aula.

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Capítulos:
- O significado do ensino da história em sala de aula

- História antiga

- Colocação prática:
evitando futuros problemas,
amenizando a discriminação
entendendo a cultura


- Valor pessoal para o professor de História


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Referências:

BENSI, Rafael. Web Artigos: O ensino de história, neoliberalismo e cidadania . Acesso em: 12 mar. 2010

FARIAS, Vilson Francisco de. Entrevista pessoal, 10 de março de 2010.

FERNANDES, José Ricardo Oriá. Scielo: Ensino de História e diversidade cultural: desafios e possibilidades . Acesso em: 12 mar. 2010

FLORENTINO, Manolo. Revista de História da Biblioteca Nacional: Sensibilidade inglesa. Rio de Janeiro, p. 17 - '7, 01 maio 2008.

NARLOCH, Leandro. Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil. 1.ed. São Paulo: Editora Leya, 2009. pg 82-83

PEREIRA, Ana Maria. UOL Aprendiz: O ensino da História como responsabilidade social . Acesso em: 12 mar. 2010

Mundo Vestibular: Importância da História . Acesso em: 12 mar.

Talk im Max: Mehr Kultur im Klassenzimmer! . Acesso em: 13 mar.

Электронная библиотека: Введение к работе . Acesso em: 13 mar.

17 de jun. de 2010

Valor pessoal para o professor de História

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Capítulos anteriores:
- O significado do ensino da história em sala de aula
- História antiga
- Colocação prática
- evitando futuros problemas
- amenizando a discriminação
- entendendo a cultura
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Encerro a entrevista perguntando qual a grande lição que o ensino de História rendeu a meu entrevistado nesses anos como professor e obtenho respostas muito positivas, entre elas: “que a humanidade realmente rompeu com as barreiras da animalidade corriqueira para transforma-se na grande transformadora do ecossistema terrestre, com reflexão sobre os demais seres vivos”, “que nesta caminhada no tempo e no espaço, produziu maravilhas tecnológicas que viabilizaram a supremacia da espécie humana sobre as demais” e que “a par das imensas conquistas realizadas em todos os campos do ‘saber ser e do saber fazer’ continua o ser humano selvagem em seus objetivos, aplicando a força de suas idéias e poder de mando para impor seu domínio, desde o pequeno grupo até a escala multinacional”.

Encerrando a entrevista, ficou o alerta para futuros e atuais professores historiadores que “a história é a expressão das conquistas humanas no tempo e no espaço, que deve ser observada como uma grande fonte de inspiração, sem esquecer que os chamados exemplos históricos devem ser vistos com reserva, pois as mentalidades de cada época são específicas, não se aplicando ao pé da letra a mentalidade atual”.

foto: fotos.imagensporfavor.com

Não podemos deixar perder-se a importância, ou muitas importâncias, do ensino da História no decorrer dos anos escolares e de aplica-la ao cotidiano de cada aluno ou mesmo professor.

Foi-se o tempo em que ensinava-se a História em sala de aula como apenas mais uma matéria a ser cumprida. Atualmente o ensino da mesma, destina-se a produções de conhecimento e base para entender a sociedade como um todo. A História fixou sua importância aplicada dentro e fora de sala de aula, servindo para os alunos como base para o entendimento da economia e sociedade, quebrando barreiras como preconceitos étnicos e culturais.

O ensino da História tornou-se essencial para a compreensão do estilo de vida do Homem e do mundo, tornando-se parte indispensável na formação moral e ética do ser.

8 de jun. de 2010

Entendendo a cultura

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- O significado do ensino da história em sala de aula
- História antiga
- Colocação prática
- evitando futuros problemas
- amenizando a discriminação
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Assim como a história serve para entendermos o passado de muitos grupos éticos, também podemos compreender melhor a economia do país em que vivemos.

Entender todo o processo de colonização de Santa Catarina ajuda a compreender eixos econômicos e turísticos hoje presentes. O professor Vilson Francisco de Farias (2010), observa esta importância quando diz que “as mentalidades e o ‘saber ser o e saber fazer’ dos diferentes grupos de imigrantes tiveram reflexos regionais, que perpassaram a economia, organização social, permanências culturais que hoje são expressões locais”. De acordo com o professor, a história de Santa Catarina apresenta especificidades resultantes processo de colonização levado a efeito ao longo do território catarinense, com marcas temporais específicas de cada época.


Foto: blog.grupofoco.com.br

Vilson demonstra alguns exemplos práticos no decorrer da entrevista, como “o litoral catarinense marcado pela mentalidade pré-capitalista dos seus colonizadores, que se fixaram na região ainda no século XVIII, que tiveram que enfrentar os rigores da política colonialista de Portugal”, acrescentando que “refletiram ao longo dos séculos uma economia tipicamente de subsistência, com valores socioculturais e morais ligados à igreja”, com base nessa afirmação ele conclui que “hoje em processo de transformação econômica e social mostra uma dinâmica transformadora, marcado pela multiculturalidade, que não se observa em outras regiões do estado, onde as marcas ‘dos colonizadores originais’ são muito fortes, com resistências veladas a multiculturalidade”. Ele ainda compara que “a demais regiões do Estado Catarinense: Oeste, Meio-oeste, Planalto, Norte, Sul, Vale do Itajaí apresentam padrões específicos dos colonizadores, centralizado na mentalidade capitalista, com marcas econômicas, que os identifica com suas origens etnicoculturais”.

foto: enarel2009.blogspot.com

Vilson Francisco de Farias, ainda cita um ponto de vista bastante importante, que “ensinar a história de Santa Catarina mostrando as diferenças regionais, no espaço e no tempo, sem colocar a falsa expressão da ‘raça desenvolvida’, com certeza ajudará a quebrar preconceitos, rompendo barreiras históricas que dificultaram a integração etnicoculturais destes vários povos”. Como diz o site Talk im Max (2009): “kultur ist ein wichtiger Baustein für die individuelle Lebensgestaltung jedes Einzelnen” ( A cultura é um componente essencial para o estilo de vida de cada indivíduo).

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Próximos capítulos:
- Valor pessoal para o professor de História
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2 de jun. de 2010

Amenizando a discriminação

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- O significado do ensino da história em sala de aula
- História antiga
- Colocação prática
- evitando futuros problemas
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Observando a resposta anterior, pergunto a meu entrevistado se acredita que as aulas sobre colonização brasileira ajudam a combater discriminação racial compreendendo as diferenças culturais de nossos imigrantes. Obtive uma resposta com pontos bastante importantes: “as políticas educacionais e culturais refletem a mentalidade e os modismos das comunidades no espaço e no tempo”. Dentro da primeira frase, ele continua com “as atuais políticas educacionais e culturais de desmonte do modelo colonialista, para um modelo de igualdade racional, implica na desconstrução de uma história do vencedor, para refletir uma história participativa”.

Vilson (2010) cita as diferenças raciais quando diz: “a história VIVENCIADA pela população brasileira ao longo dos quinhentos anos da presença do homem branco no Brasil, deve ser apresentada com as marcas de cada época e lugar, para evitar que se crie ‘mártires’ no tempo, para justificar modismos”. Este trecho lembra-me Manolo Florentino (2008) que afirma em seu texto “Sensibilidade inglesa” que tratar os negros como vítimas até hoje “dificulta o processo de identificação social das nossas crianças com aquela figura que está sendo maltratada o tempo todo, ou sempre faminta, maltrapilha”. Não que eu queira colocar esta questão em meu trabalho, mas alguns pontos devem ser destacados, talvez ponto de erro no ensino de tal disciplina. Citarei apenas o fator racial para não deter muitas páginas.

José Ricardo Oriá Fernandes (1993) destaca em sua obra “Ensino de História e diversidade cultural: desafios e possibilidades” disponível no site Scielo que “os livros didáticos, sobretudo os de história, ainda estão permeados por uma concepção positivista da historiografia brasileira, que primou pelo relato dos grandes fatos e feitos dos chamados “heróis nacionais”, geralmente brancos, escamoteando, assim, a participação de outros segmentos sociais no processo histórico do país”. José Ricardo acrescenta que “na maioria deles, despreza-se a participação das minorias étnicas, especialmente índios e negros. Quando aparecem nos didáticos, seja através de textos ou de ilustrações, índios e negros são tratados de forma pejorativa, preconceituosa ou estereotipada”.

Indo de contrapartida, no livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil de Leandro Narloch (2009), vemos que “no final do século 18, um terço da classe senhorial era ‘de cor’. Isso acontecia na Bahia, Pernambuco etc”. Narloch cita mais tarde que “não há motivo para ativistas do movimento negro fechar os olhos aos escravos que viram senhores. Ninguém hoje deve ser responsabilizado pelo que os antepassados distantes fizeram séculos atrás”. Cito estes trechos, pois a história deve nos ser ensinada como um todo e não como maiorias ou minorias sociais. Vamos aprender a realidade no lugar da desigualdade?

Foto: dialogospoliticos.wordpress.com

Voltando a entrevista, o historiador Vilson (2010) diz que “a história do Brasil, deve ser ensinada como expressões de épocas, associando-as aos valores sociais-morais atuais, sem proceder o desmonte da história, por vergonha de assumir os “modelos construtivos históricos” que marcaram a sociedade brasileira ao longo dos séculos” e finaliza com “se proceder com isenção e espírito crítico conseguirá o professor promover a reflexão sobre o modelo social brasileiro atual, ajudando o aluno a compreender o quadro presente, sem estimular o sentimento de ‘injustiçado social’”.

Quando bem trabalhado o ensino nas escolas, de acordo com o site Электронная библиотека (2002) o ensino da História desde a juventude favorece a assimilação da “социального, гражданского и культурного опыта, формирования базисных гуманистических ценностей (патриотизм, толерантность, демократия, права человека, равноправие и диалог культур и др.) концентрирует в себе социально-мировоззренческие и ценностные установки” (Experiência social, cívica e cultural, formando uma base de valores humanísticos (patriotismo, tolerância, democracia, direitos humanos, igualdade e diálogo entre culturas e outros), reúne as atitudes e valores sociais).

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- entendendo a cultura
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13 de mai. de 2010

Evitando futuros problemas

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- História antiga
- Colocação prática
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Mas será que com o ensino do aprendizado passado podemos evitar que os mesmos problemas sejam repetidos? A História pode nos dar lições além de conhecimento para agir em sociedade. Vilson Francisco de Farias (2010) diz que “É claro que conhecer alguns acontecimentos, em que o erro humano levou a tragédias, pode servir de advertência para atitudes a serem tomadas”, mas toma como contrapartida que “‘a história como mestra da vida’ é um conceito ultrapassado, pois a cada momento histórico o conjunto sociocultural, político, econômico e de mentalidades apresentam especificidades únicas”. Com uma visão mais ampla, ele acrescenta que “os ditos ‘erros históricos’ são apontados a partir de uma avaliação posterior, normalmente por indivíduos que não estiveram emocionalmente envolvidos com os acontecimentos avaliados”.

De qualquer maneira, não podemos descartar que o aprendizado nos dê maior visão atual de mundo, para que evitemos problemas futuros, já que conhecer culturas e fatos pode ser o suficiente para que não cometamos as mesmas gafes de um passado nem sempre tão distante.

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Colocação prática

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Como cidadãos, colocaremos em prática este valioso ensino. Rafael Bensi (2008) no seu texto “O ensino de história, neoliberalismo e cidadania”, disponível no site Web Artigos, afirma que “ao longo da história o conceito de cidadania foi ampliado, passando a englobar um conjunto de valores sociais que determinam o conjunto de deveres e direitos de um cidadão, e não apenas reprodutores de uma realidade vigente, mas, transformadores desta mesma realidade” e ainda continua “o ensinar História é exclusivamente trabalhar com a cidadania em diferentes tempos e espaço. Ensinar alunos e alunas a pensar criticamente, questionando a cultura de massas que lhes é transmitida gratuitamente”.

Ao ser questionado se a História pode ser colocada em prática fora da classe, o professor Vilson Farias (2010) responde-me que para alcançar este comprometimento com a história o professor precisa ir além dos conhecimentos livrescos transmitidos para ‘decoreba’ e se envolver com a pesquisa histórica e social associada ao mundo do aluno. Ele tambem destaca que o papel do professor neste caso nem sempre é cumprido: “quando isto não ocorre o resultado é o ensino bancário, com perguntas e respostas para obtenção de notas, sem conseqüências práticas para o mundo do aluno”.

O ensino deve ir muito além das cadeiras de sala de aula. Como o professor Vilson ainda cita “se o processo de ensino refletir a dinâmica da troca de conhecimentos entre aluno-professor o resultado se fará presente na sociedade”.

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História antiga

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De acordo com o site Mundo Vestibular (2007) é importante estudarmos a História Antiga, pois “a partir do estudo do passado podemos entender o processo de transformação da natureza, realizado pelo acúmulo de conhecimento dos homens, e que possibilitou mudanças substanciais no modo de vida da humanidade e no próprio homem, além de abrir horizontes de transformações em nossa sociedade”.

Pergunto a meu entrevistado qual a importância de se estudar a História Antiga, e destaco como resposta: “a importância da história antiga, pré-história ou história contemporânea é a mesma. Cada uma das ditas Idades Históricas refletem a temporalidade de sua época, em que o “saber ser e o saber fazer” são marcas temporais de determinado lugar”.

www.achetudoeregiao.com.br

Assemelhando-se a citação de abertura desde trecho, Vilson (2010) fala que “as várias épocas históricas apresentam especificidades que permitem visualizar o progresso humano através do tempo”.

Compreender estas civilizações, este progresso e esta cultura tão diversificada através dos anos e dos povos é compreender o mundo e a diversidade cultural que vivenciamos hoje. Esta é uma das grandes contribuições do estudo da História Antiga a medida dos anos.

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O significado do ensino da História em sala de aula

O ensino da História tem sido trabalhado e melhorado ao longo dos anos. Não se entra mais em uma sala de aula para simplesmente contar a história de um povo, mas sim para refletir e passar conhecimentos que mais tarde servirão de base para associações com uma melhor vivência social.

Como apoio nesta pesquisa, contarei com uma entrevista do professor aposentado de Metodologia e de Pratica de ensino da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Vilson Francisco de Farias, abordando o tema “a importância do ensino da história em sala de aula”.

A História não é mais passada como apenas narrativas do passado. Atualmente seu trabalho em sala de aula é diferenciado, tendo como plano de fundo diversos valores sociais. Como Ana Maria Pereira (2002) resume para o site UOL: “ensinar História significa impregnar de sentido a prática pedagógica cotidiana, na perspectiva de uma escola-cidadã”.

foto: netherstorm.3forum.biz

Aplicada a questão “qual o significado do ensino da História em sala de aula” para o professor Vilson Francisco de Farias (2010), obtive alguns pontos importantes a serem citados: “o ensino da história em sala de aula é de grande significado para o educando, pois coloca diante do aluno fatos importantes ocorridos com a humanidade, ao longo dos tempos”. O professor ainda acrescenta em seu depoimento uma parte importante, que deve ser trabalhada pelos docentes: “se trabalhados de forma dinâmica, envolvendo o universo do aluno, permitirá que reflita sobre as múltiplas ações do homem ao longo do tempo, em que aparecem as grandezas e as mazelas praticadas pelo ser humano, possibilitando a reflexão sobre a importância de sermos seres históricos”.

Fica a cargo do professor repassar o conhecimento do aluno. Mas como este aluno reage diante os conhecimentos adquiridos? Ainda na entrevista com o professor aposentado de Metodologia e de Pratica de ensino da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Vilson Francisco de Farias (2010), pergunto: como você vê o aluno de ensino fundamental e médio lidar com os acontecimentos narrados em classe?

O professor disse-me que “a história como esta sendo apresentada pela maioria dos professores é um amontoado de fatos, que não estimula a reflexão sobre a história, mas provoca uma enfadonha atitude dos alunos frente aos acontecimentos narrados, que não consegue perceber como expressão de uma época que não é a sua, mas que contribuiu para o mundo em que vive”, ainda acrescentando que “estes fatos são arrolados para serem devolvidos como expressão do domínio da matéria e não como um conjunto de informações que podem ser associadas a sua vida do dia-a-dia”. Explorando um pouco mais a mesma questão, obtive também que: “Isto é lamentável, numa época em que o homem precisa, mais do que nunca, de valores morais e sociais sólidos, que a história pode oportunizar a reflexão da importância destes valores em cada época”. Isso quer dizer que o professor deve saber administrar suas aulas de maneira melhor, a ponto de fazer uma ponte com o cotidiano do aluno.

Vilson chega a dizer que a maneira com que muitos professores ensinam a história “acaba tornando a disciplina uma ‘perfumaria’, assim falada pelo aluno, que poderia desaparecer que não faria falta no currículo escolar”.

Mas, o ensino da história também possui grandes acrescentos, trabalhados em seguida durante o decorrer deste trabalho.

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- História antiga
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10 de abr. de 2010

Fotos do Reveillon 2009/2010

Não sai de casa mas tinha algumas fotografias perdidas no computador tiradas de casa mesmo neste dia.

Agora não consigo mais atualizar com a mesma frequência de antes da nova faculdade, mas não abandonei o blog!!
m
Bom final de semana para todos!
=D













4 de abr. de 2010

Caramujo Gigante Africano

Reino: Animalia
Filo: Mollusca
Classe: Gastropoda
Ordem: Stylommatophora
Família: Achatinidae
Subfamília: Achatininae
Género: Achatina
Espécie: Achatina fulica

Origem: Leste e Nordeste da África

Foto: http://superlative1.wordpress.com

Introduzido ilegalmente no Brasil, o Caramujo Africano virou uma praga devoradora de plantações e disseminadora de doenças.

Foi introduzido no Brasil por volta do anos 80 na tentativa de ser comercializado de forma mais barata e alternativa ao Escargot (Helix aspersa).

Após o fracasso da tentativa de comercialização desta espécie para fins gastronômicos, muitos de seus criadores soltaram os animais na natureza sem o menor cuidado com as conseqüências.

Nativo da África, está distribuído em muitas regiões do mundo por causa desta “bobeira” e hoje representa uma das mais conhecidas pragas.

No Brasil, os caramujos estão distribuídos por quase todo o território.

É a espécie exótica que mais causa problemas para a agricultura brasileira e também é considerada uma das 100 piores espécies invasoras de todo o mundo.



Parando um pouco de falar mal do animal...

Desenvolvem-se muito bem em climas quentes e úmidos. Sobrevive em florestas, caatingas, brejos, terrenos baldios, quintais, jardins e outras áreas de vegetação como plantações de frutas e hortas.

É conhecido por diversos nomes. No Brasil é comum ser chamado de Caramujo Africano Gigante, ou mesmo do seu primeiro nome científico: Achatina.

No entranto, também é conhecido por Caracol-Africano, Caracol-Gigante, Caramujo-Gigante e Rainha da África.

Erroneamente suas conchas são comercializadas com os nomes: Caracol-Chinês, Caramujo-Chines e Gigante Chinês, mas sabe-se que a espécie é africana.

Podem atingir até 20 centímetros de concha e pesar 50 gramas.

Por causa de condições climáticas, as espécies no sudoeste brasileiro são menores e mais leves. Em média possuem 10 centímetros de concha e pesam somente 100 gramas.

Os indivíduos jovens e adultos são iguais, variando somente o tamanho.

Resistem a variações altas de temperatura.

Foto: http://szabakareptiles.extra.hu

Passam o dia escondidos e saem para reproduzir e alimentar-se a noite. Após as chuvas (tanto faz ser dia ou noite), costumam aparecer em maior escala.

Nos períodos mais secos do ano, costuma recolher-se nas conchas e enterram-se. Para proteger-se melhor do frio produzem uma película na entrada da concha que a fecha completamente.

Alimenta-se de folhas, flores e frutos. Também pode ser canibal, devorando ovos e outros caramujos para sobreviver em ambientes de pouco cálcio.

Seu apetite é voraz e o número de indivíduos numa região pode ser alto, pois reproduz com facilidade. Por causa disto, tornou-se uma praga agrícola.

Conseguem atacar e destruir plantações inteiras, especialmente de mandioca, feijão, batata-doce, amendoim, mamão, tomate, abóbora e outras verduras e frutas.

Foto: baixaki.com.br

Alimenta-se de aproximadamente 500 espécies de plantas diferentes, diminuindo a oferta de alimento para as espécies nativas. Acredita-se que esteja causando o desaparecimento do caramujo brasileiro Aruá-do-Mato (Megalobolimus spp).

Como já citei, reproduz-se com muita facilidade. Atinge a maturidade sexual por volta dos 5 meses de vida.

Ambos os indivíduos são fecundados, já que são hermafroditas. Este tipo de reprodução perpetua de maneira maior e mais rápida a espécie.

Podem realizar uma média de cinco posturas por ano de 50 a 400 ovos por postura.

Os ovos são pequenos de coloração branco amarelada e possuem o tamanho de uma semente de mamão.

foto: www.pmf.sc.gov.br

O período de encubação é rápido: cerca de 1 a 15 dias.
com
Este caramujo é responsável por disseminar dois parasitas para o homem, são eles os vermes Angiostrongylus cantonensis e Angiostrongylus costaricensis.

O verme Angiostrongylus costaricensis é causador de uma doença conhecida como Angiostrongilíase Abdominal, já comum no Brasil e que pode resultar em óbito.

Foto: http://www.scielo.br

Por causa dessas doenças, diversas campanhas de combate ao caramujo foram criadas.

Para combater a espécie é preciso primeiro ter certeza de que se trata de um caramujo Achatina fulica. Em seguida elimina-los a mão.

O combate com produtos químicos não é recomendado, pois contamina o solo e água.

Com luvas descartáveis, deve-se colocar os caramujos em um saco plástico e esmaga-los pisando em cima, em seguida coloca-los em um buraco de pelo menos 80 centímetros longe de valas, cisternas e lençóis freáticos.



Os animais devem ser enterrados neste buraco sem jogar sal, pois este também contamina o solo. Deve-se jogar cal virgem nos caramujos mortos e fechar o buraco.

O caramujos mortos não devem ser jogados no lixo, pois assim você estará ajudando a disseminar as doenças transmitidas pelo mesmo.

Por fim, deve-se destruir seus ovos com uma vassoura de grama (aquelas com cerdas de metal) e observar o local onde os animais foram capturados por pelo menos três meses para não haver reinfestações.




25 de mar. de 2010

Flor-de-Outubro

Reino: Plantae
Família: Cactaceae
Ordem: Caryophyllales
Gênero: Rhipsalidopsis
Espécie: Rhipsalidopsis gaertneri



Das mais de 2.500 variedades de cactos esta chama muita atenção, não só por ser comum a muitos lares brasileiros, mas também pela sua beleza e facilidade de cultivo.

Esta bela espécie é conhecida como Flor-de-Outubro no Brasil e como Cacto-da-Páscoa em Portugal devido a época de sua floração.



Muitas pessoas estranham o fato dela ser um cacto, pois é bastante resistente e apresenta muitas flores que variam de rosa a vermelho, havendo também colorações diversificadas, porém mais raras, devido ao seu intenso comércio.

É nativa da América do Sul, encontrada em áreas quentes do cerrado.

Esta planta é bastante confundida com a Flor-de-Maio (Schlumbergera truncata), porém, se olhar principalmente para suas flores percebe-se a diferença na mesma hora:

Flor-de-maio
foto: http://obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.com

Flor-de-Outubro

A Flor-de-Outubro possui formato de estrela, enquanto a Flor-de-Maio é muito mais comprida e apresenta mais pétalas.

Quando sem flores, percebe-se diferenças no caule de ambas: o da Flor-de-Outubro é mais achatado e suculento.

A floração ocorre no mês de outubro. As flores aparecem no final de cada caule, exatamente na sua extremidade. São simples e apresentam formato de estrela, variando de 3 a 4 centímetros de diâmetro.

Variedade branca
Foto: http://www.botanica.uk.net/cacti.htm

Esta planta exige alguns cuidados especiais bastante simples: regas moderadas e meia sombra. A Flor-de-Outubro não tolera o sol direto em suas folhas e nem ser encharcada, porem necessita de boa rega.

É muito comercializada para decoração de ambientes por ser uma planta que desenvolve-se facilmente em meia sombra.




18 de mar. de 2010

Fortaleza de São José da Ponta Grossa

Ando extremamemente sem tempo de postar no blog. Vou aproveitar e colocar este texto já antigo que eu havia apenas salvo como rascunho. As atualizações agora devem demorar mais tempo para ocorrer. Obrigada a todos os visitantes e "comentantes". Estreando o menu lugares, deixo aqui um belo lugar que deve ser conhecido pelos moradores do Sul do Brasil. Espero que gostem!

Localizada ao Norte da Ilha de Santa Catarina, a Fortaleza de São José da Ponta Grossa chama a atenção de seus visitantes, não somente pela beleza muito visível, mas também por sua grandiosidade e conservação.

Localização: Praia do Forte - SC
Coordenadas: 27°25'49.58"S 48°31'6.68"O



Foi construída na encosta do Morro da Ponta Grossa na Praia do Forte.

É a única fortaleza do conjunto das três que pode ser acessada por terra através das pontes que ligam o continente de Florianópolis até a ilha de Santa Catarina.

Vista aérea do programa Google Earth

As fontes sobre sua data de construção são divergentes. Algumas afirmam que teve início em 1739 e terminada em 1745 e outras que seu início foi em agosto de 1740 e término em 1744.



Sabe-se que foi projetada pelo brigadeiro José da Silva Pais, e, que sua capela foi a última parte a ser erguida.

Esta fortaleza constitui um dos três vértices de um conjunto de fortificações catarinenses, o chamado triângulo de fogo.

O triângulo de fogo constitui-se das fortalezas de Santo Antônio (localizada na Ilha de Ratones Grande), Santa Cruz (na Ilha de Anhatomirim) e São José da Ponta Grossa (na Praia do Forte).



Apesar das imensas muralhas, sua construção é harmoniosa com a natureza, circulada de um grande verde e de frente para o mar.

Possui armamentos vindos da Bahia e Inglaterra, muitos anteriores ao século XVII.



Originalmente possuía um grande arsenal composto por trinta e uma peças de artilharia: cinco de bronze, sendo quatro de calibre 12 e uma de 8, e vinte e seis peças de ferro, sendo nove de calibre 24, duas de 18, seis de 12, seis de 8, uma de 4 e duas de 2.

Sua grande marca é uma bateria de canhões virada para o mar.



Atualmente a Fortaleza é tombada como patrimônio histórico e artístico nacional. Foi restaurada e aberta para o público.

Na época em que fui (2008) o ingresso estava 4 reais o inteiro e 2 para estudantes.

Além de todo o forte devidamente bem cuidado, ainda há como atrativo uma exposição com peças da época: louça, roupas, armamentos, painéis fotográficos, rendas de bilro... Quase todos originais encontrados em escavações no local.




13 de mar. de 2010

Garça Azul

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes
Família: Ardeidae
Género: Egretta
Espécie: Egretta caerulea

Ocorrência:
Sul do Estados Unidos, Uruguai, Colômbia e Brasil



A Garça Azul ainda é por muitos habitantes de áreas longe do litoral um animal desconhecido.

É dificilmente notada por muitas pessoas, pois camufla-se com perfeição frente às pedras das praias.

Habita os litorais e lamaçais de diversos países do continente americano. É a garça mais bem adaptada para viver em lamaçais de vazante.

Alcança em média 52 centímetros de altura. Possui penas azuis acinzentadas, cabeça e pescoço violeta, bico azulado e dedos negros. Na minha opinião é uma das mais belas aves do litoral.



Apesar da cor azul acinzentada, também é conhecida pelo nome de Garça-Cinzenta.

Costumam descansar em bandos nas árvores e fazer ninhos também em meio a grupos de outras garças.

Alimentam-se de pequenos moluscos, vermes, crustáceos e peixes.

Passam vários minutos imóveis olhando para a água em busca de alimento.

Na época de reprodução, fazem ninhos de gravetos amontoadas e soltos, geralmente em topos de árvores ou em moitas.

Garça Azul alimentando-se

No ninho, a fêmea coloca cerca de três a seis ovos.

Durante algumas semanas os filhotes ganham comida dos pais. Após aprenderam a voar ficam independentes e começam a procurar alimento sozinhos.

Curiosamente, garças azuis de origami tornaram-se símbolo de paz e esperança na Segunda Guerra Mundial e no Extremo Oriente são consideradas pássaros da felicidade.




9 de mar. de 2010

A Inclusão do Aluno Autista na Escola Comum

Por ser uma postagem muito grande, para facilitar a leitura foi dividida nos seguintes tópicos:
j
- O que é autismo infantil?
- Autismo na escola regular
- O encaminhamento da maneira correta
- Resultados

Basta clicar para ver os textos

8 de mar. de 2010

Resultados

Tópicos anteriores sobre autismo na escola comum:
- O que é autismo infantil
- Autismo na escola regular
- O encaminhamento da maneira correta
________________

A experiência de passar pelo ensino “normal” pode resultar em algo positivo ou não, dependendo do grau de autismo da criança e de outros fatores exteriores já citados.

Foto: http://raulmarinhog.wordpress.com

Durante a infância, as crianças com autismo podem alcançar seus colegas de classe, porém, apresentando lentidão. De acordo com o site Indianópolis (2009) “87% das crianças com deficiência mental ou autismo só serão um pouco mais lentas do que a maioria das outras crianças na aprendizagem e aquisição de novas competências”. Mesmo assim, com todo o esforço, muitas delas não conseguem acompanhar a turma convencional e desenvolvem sintomas de ansiedade e regressão no desenvolvimento.

Terri Mauro (2009) do site About.com: Special Needs Children (que aborda a temática de crianças especiais) afirma em um pequeno “manual” para pais de crianças com autismo que: “children and adults with autism can live and work in the community” (crianças e adultos com autismo podem viver e trabalhar na comunidade). Com base em tal afirmação, nada mais justo que coloca-la desde cedo na sociedade dentro de uma escola com crianças ditas como “normais”. A criança que é tratada em escola normal aprende a conviver mais cedo em sociedade.

Foto: http://cartaolaranja.blogspot.com

A experiência de conviver em uma sala de aula convencional não preparada pode ser muito traumática como já citados alguns exemplos. No lugar de melhorar e trazer a criança autista mais próxima a socialização o resultado pode ser o inverso.

Aquilo que parecia ser um “remédio” para a interação social pode virar um pesadelo. O bullyng (termo americano que se refere ao ato de violência física ou psicológica repetitiva de um estudante ou grupo de estudantes metidos a valentões a um outro grupo de estudantes ou estudante-alvo) torna-se o um dos maiores inimigos do autista perseguido por suas diferenças comportamentais.

Muitas escolas se negam a ver o problema e acabam por ignora-lo, o que acarreta sérios problemas para as crianças que foram alvos da prática. O site especializado no tema também chamado Bullyng (2009), apresenta as conseqüências que essas crianças vitimas das agressões levarão para a vida adulta: “as crianças que sofrem bullyng, dependendo de suas características individuais e de suas relações com os meios em que vivem, em especial as famílias, poderão não superar, parcial ou totalmente, os traumas sofridos na escola. Poderão crescer com sentimentos negativos, especialmente com baixa auto-estima, tornando-se adultos com sérios problemas de relacionamento”.

A criança autista pode e deve conviver em sociedade para sua própria autoestima e independência. Para que o resultado seja concreto e preciso todos a sua volta devem ser conscientizados e colaborar harmoniosamente.

A educação vem de casa. Não somente para as crianças “especiais”, mas também para aqueles que querem ser especiais ao serem admirados por saberem respeitar e conviver com a diversidade natural do ser humano, onde nem todos nascem livres de serem minorias.

Quando bem administrado, o período na escola regular pode trazer inúmeros benefícios pelas trocas de experiência e convívio na vida de qualquer criança. Seja ela autista ou não.

4 de mar. de 2010

O encaminhamento da maneira correta

Tópicos anteriores sobre autismo na escola comum:
- O que é autismo infantil
- Autismo na escola regular
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O site Landesbildungsserver Baden-Württemberg (2009) dispõe no endereço http://www.schule-bw.de/schularten/sonderschulen/autismus a primeira parte de uma interessante cartilha intitulada “Handreichung zur schulischen Förderung von Kindern und Jugendlichen mit autistischen Verhaltensweisen” (Orientações para apoio escolar de crianças e adolescentes com autismo). A cartilha não somente aborda técnicas para os profissionais como também destaca a importância da família no aprendizado e inclusão de seus filhos, citando claramente: “Solche Beiträge sollen daher von den jeweiligen Partnern selbst verfasst oder zumindest mit diesen abgestimmt werden” (Essas instruções devem ser seguidas com os respectivos parceiros (pais) ou pelo menos coordenadas com eles).

O papel dos pais é muito importante. Em primeiro lugar devem conhecer o autismo para depois sim aborda-lo.

Os pais devem ter sempre em mente a idade real de seu filho quando lhe atribuir atividades dentro de sua competência cronológica. O autista deve ser estimulado a ser independente com tarefas rotineiras como trocar de roupa e tomar banho sozinho, colocar um número específico de talheres na mesa ou mesmo arrumar a cama. Deve executar tarefas para que se sinta estimulado e introduzido no meio que para ele pode aparentar ser estranho.

É muito importante aplicar o que ele aprende na escola em casa e sempre o elogiar quando executar uma tarefa e o ajudar ao sentir dificuldade na mesma.

Para melhor convívio social, a criança deve ser estimulada a participar de atividades sociais como grupos de escoteiros ou esportes coletivos, sempre visando a aptidão e interesse da mesma.

Para melhor entendimento, os pais nunca devem faltar as reuniões de escola e sempre ler e manter-se atualizados sobre a patologia.

Foto: http://yogamatosinhos.blogspot.com

O professor deve estar avisado de que receberá um aluno autista em sua classe e informar-se sobre a patologia para poder aborda-la.

É importante que as potencialidades do aluno sejam reconhecidas e também que suas dificuldades sejam trabalhadas de perto para que ele consiga acompanhar o restante da turma.

Para facilitar as coisas, não se deve limitar-se a dar explicações somente verbais e sim ser o mais concreto possível, utilizando desenhos e imagens. Para as demais tarefas, fraciona-las e mostrar passo a passo de sua resolução facilita o entendimento. Dividir as tarefas a fim de explica-las o mais claramente possível e deixar que o aluno acompanhe participando de sua resolução é uma maneira menos “invasiva” para alguém que, muitas vezes, pode apresentar desinteresse pelo aprendizado.

Assim como os pais devem fazer, o professor tem que incentivar o aluno a trabalhar em grupo e outras tarefas socializadas.
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Autistas não gostam de sair das rotinas. Para que o aluno autista sinta-se “em casa”, o ritmo das aulas deve seguir um padrão e caso haja alguma mudança neste padrão (alguma atividade muito diferente, por exemplo), informar aos pais para que a mudança possa ser trabalhada com antecedência.

É indispensável a comunicação entre o professor ou a instituição de ensino e os pais do aluno para que o desenvolvimento do mesmo seja acompanhado.

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